Edgar Martins
Évora

Edgar Martins nasceu em Évora (Portugal), mas cresceu em Macau (China), onde publicou o seu primeiro romance intitulado Mãe deixa-me fazer o pino. Em 1996 mudou-se para o Reino Unido, onde concluiu o bacharelato em Fotografia e Ciências Sociais na Universidade das Artes, bem como um mestrado em Fotografia de Belas Artes no Royal College of Art (Londres). Edgar Martins expôs extensivamente em instituições como o PS1 MoMA (Nova Iorque), MOPA (San Diego, EUA), Centro de Arte Moderna (Lisboa), MAAT (Lisboa), CIAJG (Guimarães, Portugal), Centro Cultural Hélio Oiticica (Rio de Janeiro), The New Art Gallery Walsall (Walsall, UK), The Gallery of Photography (Dublin), Ffotogallery (Penarth, País de Gales),Open Eye Gallery (Liverpool), Leicester New Walk Museum, The Herbert Museum & Art Gallery, The Geneva Photography Centre, entre muitos outros. Em 2010, o Centro Cultural Calouste Gulbenkian (Paris) acolheu a primeira exposição retrospetiva de Edgar Martins. Edgar foi seleccionado para representar Macau (China) na 54ª Bienal de Veneza.Edgar Martins foi o galardoado com o Prémio inaugural de Fotografia de Nova Iorque (categoria de Belas Artes, Maio de 2008), o Prémio BES de Fotografia (Portugal, 2009), o Prémio SONY World Photography Award (2009; 2018), 1º prémio na categoria de Belas Artes- Abstracto dos Prémios Internacionais de Fotografia 2010, 1º prémio na European Photography Call 2020 do Centro Hangar e nomeado para o Prix Pictet 2009, bem como para o Prémio Meitar de Excelência em Fotografia em 2020 & 2021.

O seu primeiro livro – Buracos Negros e Outras Inconsistências – foi galardoado com o Prémio Artístico de Livro Thames & Hudson e RCA Society. Uma seleção de imagens deste livro foi também galardoada com o Prémio Jerwood Photography em 2003. O livro Edgar Martins What Photography & Incarceration have in Common with an Empty Vase foi pré-seleccionado para os Prémios Fotográficos da Fundação Photo & Aperture de Paris, bem como para os Prémios FotoEspaña de Livro em 2020.

É a partir do instante de corporalidade das imagens que Edgar Martins nos convoca para observar a poética constelação do fotográfico, como batimentos vitais que nos ligam às imagens. É através da sua prática discursiva, onde culminam sistemas de enunciados que podem aparecer como acontecimentos ou coisas. Como diria Michel Foucault,  o Edgar Martins personifica a lei do que pode ser dito – o arquivo.

OBRAS

Obras Selecionadas

Algumas das

Exposições

What Photography has in Common With an Empty Vase

What Photography has in Common with an Empty Vase é um trabalho multifacetado desenvolvido a partir de uma colaboração com a Grain Projects e a HM Prison Birmingham (a maior prisão de categoria B na região de Midlands, Reino Unido), com os seus presos e respetivas famílias, bem como uma miríade de outras organizações e indivíduos locais.

morada

Rua da Manutenção nº 80 (Xabregas)
1900-321 Lisboa | Portugal

Autocarro: 718, 728, 739, 742, 759

Horário

Terça-feira a Sábado das 10h às 19h
Domingo e Segunda-feira: Fechado

contactos

info@gfilomenasoares.com

T: +351 218 624 122
Chamada para a rede fixa nacional

M: +351 962 373 956
Chamada para a rede móvel nacional

Redes sociais

Newsletter

Nenhum Resultado Encontrado

Não existem artigos correspondentes nesta secção.