João Tabarra
1966, Lisboa, Portugal

João Tabarra estudou fotografia no Ar.Co (1986-1989), e distinguiu-se na fotorreportagem no jornal O Independente, sendo um dos protagonistas da renovação do fotojornalismo em Portugal. Expõe com regularidade desde o início da década de 1990. Das suas exposições coletivas destacam-se: Made in Portugal, na Galeria Graça Fonseca em Lisboa (1993); Imagens para os anos 90, na Fundação de Serralves, no Porto e na Culturgest em Lisboa (1993); Outras Alternativas. Novas experiências visuais em Portugal, no MARCO em Vigo (2003); How Human: Life in the Post-Genome Era, no Internacional Center of Photography, em Nova Iorque (2003); 11 Simulacros, no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto (2010); Gravity & Disgrace Ep. 2, no CGAC em Santiago de Compostela (2013). Das suas exposições individuais destacam-se: No Pain, No Gain, no Museu Nacional de Arte Contemporânea, Lisboa (2000); Poço dos Murmúrios – Representação oficial portuguesa à XXV Bienal de São Paulo (2002); João Tabarra, no Museu de Arte Contemporanea Uníon Fenosa (2007); Les Limites du Désert (2010), uma exposição itinerante na Galeria Graça Brandão (Lisboa), Galeria Art & River Bank (Tóquio) e Galeria do Centro de Arte e Imagem do IPT (Tomar); Paisagem Interior / Inner Landscape no Centro de Arte Moderna da FCG (2014).

É representado em várias coleções nacionais e internacionais, privadas e públicas tais como: Coleção António Cachola (Portugal), Banco Português de Negócios (Portugal), Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (Portugal), Centro Galego de Arte Contemporânea Santiago de Compostela (Espanha), Institut d’Art Contemporain Villeurbanne (França), Centro de Arte Moderna, FCG (Portugal), Fundação Ilídio Pinho (Portugal), PLMJ (Portugal), Fundação de Serralves (Portugal), Instituto de Arte Contemporânea (Portugal), Museo Extremeño e Iberoamericano de Arte Contemporáneo Badajoz (Espanha), Coleção Berardo (Portugal), Museu Nacional de Arte Contemporânea (Portugal), ABN AMRO (França), Portugal Telecom (Portugal).

A fotografia e o vídeo têm sido as tipologias mais utilizadas no seu trabalho. Aliando um permanente estado performativo à construção das suas obras, o artista apresenta-se em cenários reais no limite de ações absurdas ou provocatórias, delineando um discurso artístico crítico sobre as tensões entre o sujeito e os modelos sociais e económicos pós-capitalistas. O realismo crítico das suas imagens e filmes reveste-se também de um forte sentido irónico, dum imaginário absurdo e de uma poesia utópica, revelando as contradições e anseios do homem contemporâneo em toda a sua complexidade e luta quotidiana.

OBRAS

Obras Selecionadas

Algumas das

Exposições

Exposição Colectiva | Maré

Sob o título “Maré”, a presente exposição toma como ponto de partida o núcleo dos artistas representados pela Galeria Filomena Soares.

João Tabarra | Discrépant

A Galeria Filomena Soares tem o prazer de apresentar a exposição intitulada DISCRÉPANT, do artista JOÃO TABARRA (Lisboa, 1966).

Notícias

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1900-321 Lisboa | Portugal

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